ISTAMBUL – Uma cidade, dois continentes!

Sempre tive muita vontade de ir à Turquia, mas, por uma razão ou outra, eu nunca conseguia. E eis que de repente ela cai de paraquedas no meu colo, e claro, fiquei radiante!

Acredito que a primeira questão que venha à mente das meninas, principalmente, é: o que eu devo levar na mala? Esta foi uma das minhas preocupações, afinal, dos seus cerca de 15 milhões de habitantes, 99% são muçulmanos. Eu vi de tudo pelas ruas da cidade, mas acredito que devamos sempre respeitar o lugar e a sua cultura durante as nossas viagens, somos nós quem, naquele momento, temos que nos adaptar, sendo assim o ideal é ter roupas confortáveis porém compostas (legging não é aceita dentro de algumas mesquitas), pelo menos um lenço que possa ser usado durante a visita às mesquitas e sapatos confortáveis, afinal, caminhar é preciso, principalmente em Istambul. Dê preferência à roupas mais largas. Os meus conselhos se baseiam na estação durante a qual visitei a cidade, o verão.

Saímos de Roma Fiumicino com a Turkish Airlines (eleita a melhor cia europeia de 2015) pela manhã em um vôo direto para o aeroporto de Ataturk, em Istambul. Há pouco tempo o aeroporto de Roma sofreu um incêndio, e isso tem causado alguns transtornos aos passageiros, como atrasos, o cheiro ainda de queimado no interior do prédio, funcionários trabalhando com máscaras, e em número reduzido (cerca de 200 deles estão de licença pós incêndio). Após 2:30h de vôo pousamos na gigantesca Istambul. Já do avião pude ver o quão grande ela é, e linda, toda envolvida pelo Bósforo.

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CHEGADA AO AEROPORTO – TRANSFER


 Passamos por alguns controles no aeroporto, a segurança era bem mais efetiva que em Roma. Eu tinha tentado contato com o nosso hotel para agendarmos o transfer aeroporto – hotel – aeroporto, porém, mesmo depois de 2 emails enviados, não obtive qualquer resposta. Ao sair do desembarque me dei conta da facilidade em se conseguir um privado. Ainda no saguão do aeroporto mas já fora do setor interno de desembarque, do lado direito está a Murat Turizm Fidan, foi com ela que fechamos o transfer de 7 passageiros em uma van por 42,00 euros. Muito prático, rápido, o serviço foi eficiente, e o motorista esmagou o acelerador. Gente, ele corria muito, mas foi muito simpático, do início ao fim. O trânsito é bem louco.

Chegamos à cidade no primeiro dia do Ramadã, o mês em que os muçulmanos praticam o jejum, sendo o quarto dos cinco pilares do Islã. É para eles o tempo da renovação da fé, prática mais intensa de caridade, vivência profunda da fraternidade, e dos valores da vida familiar. Isso era bem nítido pelas ruas, eles se reuniam no final das tarde, em grandes números, pelas praças e jardins, para comerem todos juntos à noite, quando era permitido.

ONDE SE HOSPEDAR


 Istambul é uma cidade muito grande com um lado europeu e o outro asiático, e um trânsito, digamos, caótico. Sendo assim, defina quais são os objetivos da sua viagem para desta forma escolher um hotel que além do conforto te proporcione facilidades, como, no meu caso que queria turistar mesmo, locomoção. Ficamos no Darul Eman Hotel. A localização era ótima, terraço com vista para o estreito, para mesquitas, há dois passos da Mesquita Azul, restaurantes, Haya Sofia e por aí vai… Porém tivemos alguns problemas como, no check-in não aceitaram cartão de crédito, não responderam aos emails enviados anteriormente com algumas solicitações, os quartos não estavam organizados como deveriam, o meu era praticamente dentro da cozinha e o cheiro de fritura de manhã cedo era terrível, além de eu ouvir todo o barulho da preparação do café da manhã, que por sinal também era ruim. O quarto em si (banheiro e cama) eram legais, o preço foi excelente, e a localização, como falei acima, também era perfeita, porém, eu não voltaria para ele. Nas proximidades tinham vários outros aparentemente melhores. A área é super tranquila e perfeita para quem quer explorar os pontos mais visitados de Istambul.

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Abaixo as fotos da vista que tínhamos do terraço do hotel.

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LOCOMOÇÃO


Gente este tema é bem delicado. Parta do pressuposto que a cidade é gigante. Inclua depois uma quantidade grande de veículos circulando, ruas estreitas, muitos engarrafamentos, e alguns motoristas apressadinhos.  Há um transporte público, digamos, bom, mas todos eles eu via sempre muito cheio. Por essas razões o hotel foi escolhido em um lugar onde não precisaríamos tanto usar meios de transporte. E funcionou super bem! Era muito tranquilo caminhar pelas ruas, e chegar aos pontos de interesse. ALERTA: os taxistas são bem espertinhos, e por mais que eu tenha lido sobre negociar o valor antes, coisa e tal, o único que peguei me deixou bem longe do lugar onde eu tinha pedido para ir, furada total! A melhor coisa é pegar algum indicado pelo hotel, ou caso use o transfer, e goste (como foi o nosso caso) contate o motorista e feche corridas com ele.

AS MESQUITAS


 Istambul tem cerca de 3.000 mesquitas, isso mesmo três mil. :O É impossível visitar todas elas em uma quantidade de dias assim reduzida, aliás, creio que seja impossível de qualquer jeito. As mesquitas são os locais de culto para os seguidores do Islã. Os muçulmanos costumam chama-las de Masjid. Em Istambul existem algumas que são grandes atrações para os turistas e as mais visitadas. A primeira delas a ser visitada por nós foi a MESQUITA AZUL (ou Mesquita do Sultão Ahmed), pois era a primeira que víamos saindo do hotel em direção à Praça Sultanahmet. É uma mesquita Otomana construída entre 1609 e 1616 no distrito de Fatih, e é a única de Istambul com 6 minaretes (as torres de onde o muezim, responsável pelos anúncios em voz alta, faz o chamado para as 5 orações diárias). A única até então a ter os 6 minaretes era em Meca, por conta disso o sultão teve que financiar o sétimo minarete em Meca para que a sua mesquita não a superasse. Porém ela foi construída para superar a beleza do outro ícone da cidade, a Haya Sofia. Geralmente as mesquitas eram construídas com o intuito de serviço público, no seu entorno estavam escolas, mercados, cozinha para produção e distribuição de alimento para os pobres, e etc. O seu interior é repleto de mosaicos em tons de azul para combinar com os azulejos que a compõem. A entrada nesta mesquita é gratuita, mulheres não podem entrar com leggings, pernas e cabelos à mostra, é importante ter o lenço sempre consigo. Eles distribuem alguns, mas aí vai de cada um querer usar aqueles ou os próprios. Os sapatos também devem ser tirados.

roupas mesquita azul

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Istambul lady burca prayer

A outra mesquita visitada, mas que na verdade hoje é um museu foi a AYA SOFYA (Águia Sofia, Aya Sofia, Haya Sophia e mais um monte de nome usado para o mesmo fim), está na mesma praça da Mesquita Azul, uma de frente para outra, separadas por uma fonte e jardins.  Ela foi construída durante o Império Bizantino, entre 532 e 537, com o intuito de ser a Basílica de Constantinopla (antiga capital dos Impérios Romano, Bizantino, Latino e Otomano após ter sido tomada pelos Turcos). Passou a ser mesquita em 1453, sob ordem do Sultão Mehmed II, e reabriu como um museu em 1931. O seu nome não está ligado à Santa Sofia, mas sim a transcrição fonética em latim do que em grego seria “Igreja da Santa Sabedoria de Deus”. Famosa pela sua enorme cúpula foi por mil anos a mais importante catedral do mundo e é considerada a epítome da arquitetura bizantina. A construção que hoje podemos ver é a terceira realizada no local, por vontade do Imperador Justiniano, o médico Isidoro de Mileto e o matemático Antêmio de Trales comandaram cerca de 10 mil homens durante a sua construção. O imperador mandou buscar pórfiros nas pedreiras do Egito, colunas helênicas retiradas do Templo de Ártemis, no Éfeso, mármores verdes de Tessália, pedras negras do Bósforo e amarelas da Síria.

As filas são sempre longas porém velozes. O ingresso custa 30 liras turcas. Se você for com o guia salta a fila, eles também estão por perto te oferecendo o serviço enquanto você já está na fila.

Para mais detalhes clique aqui.

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haya sophya

Haya Sophya

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Haya Sophya

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Haya Sophya

Haya Sophya

Haya Sophya

Haya Sophya

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tumbas santa sofia

A terceira mesquita vista, e um dos achados da viagem, foi a SULEYMANIYE. Tivemos a sorte de encontrar um cara super legal pela rua, que nos deu várias dicas sobre restaurante, banho turco e foi ele quem nos falou sobre esta mesquita (falarei dele mais adiante). Ela não é tão famosa quanto as outras, e também não está abarrotada de turistas, o que ajuda o lugar a ganhar um toque ainda mais mágico. Ela é linda e as pessoas parecem ser bem orgulhosas dela por causa do grande homem que foi o Sultão que ordenou a sua construção, o Magnífico Suleiman. A construção durou de 1550 até 1558. Ela mistura elementos da arquitetura islâmica e bizantina. O design brinca com a ideia do sultão ser um segundo rei Salomão. Nos jardins estão os túmulos de Suleiman, da sua esposa e da sua filha. Se você ficou curioso sobre os seus feitos, clica aqui.

Istanbul 2007 - Suleymaniye Mosque from Galata Bridge 3

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Istambul prayers

ISTANBUL

A CISTERNA – YEREBATAN SARNICI


Eu sempre ouvia falar na cisterna da Basílica, e fiquei louquinha dentro da Haya Sophya procurando a tal cisterna. Ela está na rua do lado esquerdo de quem olha para a Santa Sofia. A fila é um pouco mais demorada e eles não aceitam que a gente compre o ingresso para entrar depois.

Foi construída no século VI durante o Império Bizantino, com o objetivo de abastecer a então Constantinopla. Armazenava cerca de 80 mil metros cúbicos de água. A sua entrada é simples porém o que vemos debaixo do solo é incrível, são várias colunas em diferentes estilos, trazidas de diferentes lugares onde batalhas foram vencidas, refletindo a sua suntuosidade nas águas e criando aquele clima de mistério. As mais atraentes são as da medusa. Uma delas foi posta de cabeça para baixo por acreditarem que desta forma poderiam neutralizar o seu poder.

O ingresso custa 20 liras turcas e ela pode ser visitada até às 18:00h. Aqui também tem o esquema de guias que te fazem sair da fila.

CISTERNA

cisterna istanbul

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PALÁCIO DE TOPKAPI


Saindo da Santa Sofia para visitar as tumbas (rua do lado esquerdo estando de costas para a basílica) um pouco mais à frente está o palácio. Ele está exatamente onde se encontram o Mar de Mármara, o Bósforo e o Chifre de Ouro. Serviu de residência para vários sultões após a conquista de Constantinopla por Mehmet II, e não foi à toa, já da entrada podemos nos dar conta da beleza não somente do prédio em si, mas a vista é simplesmente maravilhosa! A fila aqui era mais lenta que nas mesquitas, então a dica é comprar os bilhetes, seja do palácio que do harém (uma das partes mais visitadas), juntos para agilizar a visita, total de 40 liras turcas por pessoa.

topkapi

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Topkapi Harem

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GRAND BAZAAR


Chegou a hora que todo homem “amaaaaa”! 😀 Mulherada fica doida no Grand Bazar. Gente tudo o que vocês imaginarem sobre bolsas (réplicas “perfeitas” dos grandes nomes da moda e modelos super tendência), jóias (das mais pebas às estonteantes), luminárias (aquelas famosas lanternas que vemos em cada esquina por aqui), sapatos, comidas e por aí vai. Este mercado nasce como um pequeno bazar, na época de Mehmet, o conquistador e cresceu ao ponto de se tornar o maior mercado fechado do mundo (e também o mais antigo) com cerca de 4 mil lojas espalhadas por um, digamos, labirinto. São tantos corredores, largos estreitos, iluminados e mais escuros, com lojas parecidíssimas.

A regra aqui é PECHINCHAR!!!! Negociar faz parte da tradição turca, eles são famosos por isso. Eles partem com preços alucinantes e aí cara amiga, prepara para bater bola com o cara até chegar no preço que você estiver disposta a pagar. Alguns itens praticamente não oscilam, é o caso de algumas jóias e das bolsas mais bem feitas (se é que posso falar assim). Você implora, joga o seu charme, diz que vai embora rezando pro cara vir atrás e te chamar para mais uma das trezentas negociações, mas não rola, seu coração parte e você tem que se render ao preço do vendedor ou a frustração de voltar pra casa sem o que você quer. 😀

As ruas adjacentes são bem mais em conta!!

O mercado fica aberto de segunda à sábado.

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Grand Bazaar

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eu quero esse anel

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mercado istambul

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PASSEIO PELO BÓSFORO


Muitas empresas oferecem o passeio de barco pelo Estreito de Bósforo, mas uma boa parte não vai até o Mar Negro. O mesmo senhor que nos falou sobre a mesquita de Sulamanye organizou o passeio de barco pelo Estreito. Um ônibus veio pegar os meus amigos (eu não fui) na Praça Sultanahmet e os levou até o deck de embarque. O passeio durou 4 horas e a comida e bebidas não alcoólicas estavam inclusas no valor do passeio que foi de 35 euros por pessoa.

Mesmo muita gente falando sobre o quão imperdível seja este passeio, eles voltaram bastante convencidos do contrário. Aí vai de cada um querer fazer ou não.

bosphorus cruise

bosphorus cruise

BANHO TURCO


Vários hotéis e agências oferecem o tão falado banho turco. Eles têm menus compostos com diferentes serviços que podem ser combinados entre eles. Vale muito à pena dedicar um tempinho da sua passagem por esta cidade relaxando em um desses lugares. Eu tinha levado um bikini mas eles fornecem as toalhas que nos cobrirão da melhor forma. Eu tinha lido duas indicações no site da Claudia sobre casas tradicionais de banho, e repasso os mesmos: Cagaloglu Hamami e o Cemberlitas Hamami. Gente, para quem for fazer a máscara facial, cuidado depois com o sol, meu rosto ficou todo vermelho, com as linhas exatas de onde tinha sido aplicado o creme. Tomei o maior susto. Depois passou, mas… é sempre melhor prevenir maiores problemas né? Então tenham um chapéu ou tentem se proteger com o lenço se forem caminhar pela rua depois de uma sessão dessa.

ONDE COMER


Me fartei em Istambul! Eu adoro experimentar a culinária de cada lugar quando eu viajo e aqui eu me dei super bem! Comi em lugares diferentes a cada dia e alguns deles eu honestamente não lembro o nome porque foram paradas super rápidas entre uma visita e outra, porém outros, mesmo tendo sido rápido, merecem que eu compartilhe com vocês:

House of Medusa Restaurant – praticamente ao lado da Cisterna. Um charme e de lá se segue por uma rua muito agradável até o Grand Bazaar.

Sultan Mehmet Cafe & Restaurant – ele fica na rua que desce ao lado da Santa Sofia (do lado esquerdo de quem olha para ela).

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Karadeniz Kardesler Pide & Kebap Salonu – gente foi uma comédia achar este lugar, recebemos o cartão do Sr. Hasan (falei dele acima) no meio da rua durante o dia, e ele foi tão simpático que decidimos seguir a sua dica e à noite fomos jantar lá. O problema é que vários restaurantes tem este nome na frente, e nós sentamos no primeiro que vimos e só depois nos demos conta de estarmos no lugar errado. Pedimos desculpas, levantamos e fomos procurar o tal do lugar, achamos, e comemos uma excelente comida pelo menor preço que tínhamos pagado até então. Super recomendo! Endereço: Divanyolu Cad. Biçkiyurdu Sk. Divan Center, 56/27-32. Sultanahmet. Fone: (0212)5208061.

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Cha turco

Confeitaria Haci Ismail Hakki Zade – dona formiga (eu) foi a loucura!!! Está na mesma rua descendo ao lado da Santa Sofia.

Confeitaria Istambul

Confeitaria Istanbul

doces turquia

Além dos restaurantes eu comi muito milho meu povo. Há carrinhos espalhados pela cidade inteira vendendo eles e eu, que nem gosto, batia meu ponto todo dia.

Corn car istanbulPor onde passamos os turcos nos ofereciam algo para beber, especialmente os chás, parte da cultura deles. Eu adorava, era um momento de confiar no outro, de se abrir para novos sabores, e para uma nova comunicação e interação com o povo daquele país. Esta viagem me surpreendeu muito, a cidade me surpreendeu muito, positivamente! Pela educação das pessoas, limpeza, tolerância, simplicidade e hospitalidade. Havia muita segurança por onde quer que passássemos, inclusive policiais à paisana. Me senti muito tranquila caminhando pelas ruas, inclusive à noite. Mesmo eu tendo ficado 4 dias, eles não foram suficientes para ver tudo o que eu queria. O que me deixa a possibilidade de voltar a este lugar incrível. E eu espero da próxima vez poder explorar o interior do país.

Obrigada Istambul!

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